domingo, 25 de setembro de 2022

Inteligência artificial

O desenvolvimento dos computadores acabou por impulsionar o aparecimento de uma nova ciência nos anos cinquenta do século XX, a inteligência artificial. Esta ciência aplicada dedica-se ao estudo da construção de máquinas capazes de simular actividades mentais, tais como a aprendizagem por experiência, resolução de problemas, tomada de decisões, reconhecimento de formas e compreensão da linguagem.
As linhas de investigação são essencialmente três: simulação das funções superiores da inteligência; modelização das funções cerebrais explorando dados da anatomia, fisiologia ou até da biologia molecular e reprodução da arquitectura neuronal de um cérebro humano, de forma a produzir numa máquina condutas inteligentes. Porque estas máquinas ofereciam enormes possibilidade de armazenamento e processamento de informação a altas velocidades, os investigadores apostaram construir sistemas que em tudo se assemelhassem ás potencialidades da inteligência humana, Podemos dizer que a inteligência artificial se inspira na inteligência natural própria dos seres humanos. Para uma melhor compreensão da relação entre inteligência natural e inteligência artificial é preciso delimitar a conceito de inteligência. Assim, quando dizemos que os seres humanos são inteligentes, estamos a pensar nas suas habilidades para adquirirem, compreenderem e aplicarem certos conhecimentos, bem como capacidade para exercitarem o seu pensamento e raciocínio. Sabemos ainda que a inteligência é mais do que isso, a inteligência engloba todo o conhecimento, consciente ou inconsciente, que fomos adquirindo ao longo nossa vida, fruto do estudo, ou em resultado das multifacetadas experiências que realizamos, das situações mais ou menos problemáticas que fomos ou vamos enfrentando.
E fica nos a grande questão, será que os seres humanos serão capazes de construir sistemas de inteligência artificial que demonstrem tais característica?

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